de odeceixe a sagres: um roteiro de sonho pela costa vicentina

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Depois de percorrermos a Costa Alentejana em duas etapas (da Comporta a Melides e de Sines à Zambujeira do Mar), partimos de Odeceixe para explorar a Costa Vicentina. Mal entramos em Odeceixe, um cartaz não deixa margem para dúvidas: já estamos no Algarve. A ribeira de Seixe faz a fronteira entre o Alentejo e o Algarve e desagua na praia que é um incrível cartão postal.

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A Praia de Odeceixe é linda de morrer, forma uma baía perfeita: o azul do Atlântico com o rio a enquadrá-la é de uma impressionante beleza natural. Só tem um problema: está muito cheia no verão. Tem bons acessos, apoios de praia, mas demasiada gente para o meu gosto. É claro que nós fomos em agosto, acredito que em setembro, já melhore significativamente.

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Entrámos novamente no carro, desta vez num SEAT Tarraco, o meu preferido da gama da SEAT: além de muito giro, espaçoso e super confortável, é o carro ideal para percorrer esta costa cheia de caminhos e trilhos de terra batida. O Tarraco é quase a nossa sala de estar por dentro e um jipe por fora, o que nos permite não perder nada da Costa Vicentina.

O nosso segundo destino foi a Praia de Vale dos Homens, no Rogil. Esta praia, sim, tem pouca gente. O acesso não é dos piores, o carro chega lá facilmente, mas tem uma escadaria enorme até à praia, razão suficiente para afugentar os menos aventureiros.

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É uma ótima praia para se fugir das multidões de agosto, tal como a Praia da Carriagem, logo a seguir. Esta tem um acesso mais difícil: são 4 km de uma estrada de terra batida e gravilha que culmina numa escadaria infindável para descobrir mais um paraíso deserto em pleno mês de agosto.

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Tinha no máximo 15 pessoas, mas atenção que as rochas e as pedras à beira-mar podem ser traiçoeiras. Entre no mar devagar e com muito cuidado. Por esta altura, depois de subir aquela escadaria imensa, já me estava a dar a fraqueza e a sonhar com o almoço. Tínhamos marcado o restaurante O Sargo, na Praia de Monte Clérigo.

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A chegada à Praia de Monte Clérigo é impressionante. O imenso areal cercado pelas pitorescas casinhas dos pescadores é uma fotografia irresistível. A praia estava cheia de gente, mas ao fim de uma volta conseguimos arranjar lugar para o carro, o que não foi mau, para o nosso querido mês de agosto. O ambiente é familiar, hippie e surfista. Sentámo-nos na esplanada d’ O Sargo, onde tínhamos uma mesa reservada e fiquei ali a admirar e a cobiçar a pequena casa verde, ali ao lado, mesmo em cima da praia. Que sonho de localização, meu Deus.

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Adorei O Sargo: bom ambiente, serviço simpático e ótima comida. Não espere comer aqui o clássico peixe grelhado no carvão. O menu tem húmus, ceviches, tártaros, risottos, feitos com produtos frescos e com uma apresentação original.

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A Rede também é uma boa opção. Com pratos leves como saladas, poké bowls e tostas de abacate ou de húmus de beterraba, o brunch aqui é imperdível. É ideal para quem gosta de refeições gourmet e saudáveis.a rede1.jpg

 Além disso, tem um canto que é quase uma mini loja com roupa e acessórios de praia muito giros.

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Antes de continuarmos para sul, falta falar da Praia da Amoreira, que se situa a 1 km a norte da Praia de Monte Clérigo. Banhada pela foz da ribeira de Aljezur, tem um areal extenso e é boa para a prática de desportos náuticos.

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O restaurante Taberna do Gabriel tem em frente uma enorme passadeira de madeira que culmina num pequeno miradouro com uma vista deslumbrante para a praia da Amoreira. Gabriel construiu este restaurante há 38 anos e é o spot ideal para ir beber um copo ao fim da tarde. Também serve comida típica portuguesa, sobretudo peixe e marisco.

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Continuámos para sul rumo à Praia da Arrifana. Há muitos, muitos anos, ainda era eu uma jovem namoradeira (portanto algures no século passado) passei aqui uns dias e lembro-me de ter adorado a praia. Desta vez, o encanto desvaneceu-se ligeiramente dada a quantidade de chapéus de sol e toalhas por centímetro quadrado. Mas a praia continua linda, cercada por um imponente penhasco com as mesmas pitorescas casas esculpidas ao longo da falésia. O ambiente também é tranquilo e familiar, com imensos surfistas dentro e fora de água e vários restaurantes à volta.

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O Paulo, por exemplo, tem uma vista deslumbrante para a Praia da Arrifana. Os pratos são requintados e feitos com os ingredientes e os produtos típicos da região. Tem desde todo o tipo de marisco, a massadas e caldeiradas de peixe ao emblemático arroz de marisco.

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Nós acabámos por ir ao mítico Gulli Bistrot, em Aljezur. Confesso que fui eu que insisti porque estava cheia de vontade de experimentar aqueles cones com tártaro de carne Angus com emulsão de mostarda, trufa branca e mousse de batata doce. Confere. São divinais.

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E também tem este incrível risotto de poké, tártaros, tatakis, carpaccios, pizzas, vários pratos em tempura, tudo com uma apresentação chiquérrima. Não é propriamente o típico restaurante que encontra no Alentejo, e talvez por isso seja um sucesso e está sempre cheio. Até a localização é diferente dos outros: o Gulli é literalmente um restaurante de beira da estrada, mas é imbatível no que toca ao ambiente e à originalidade do menu.

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E a seguir? Já se dormia, não? Isto de percorrer estradas de terra batida em busca das melhores praias cansa. Perto de Odeceixe, tem a Teima que sugeri na segunda parte do roteiro da Costa Alentejana, de Sines à Zambujeira do Mar. Apesar de se situar ainda no Alentejo, perto de São Teotónio, é uma ótima opção também para explorar a Costa Vicentina.

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Fica a apenas 10 minutos de Odeceixe e é um refúgio de paz e tranquilidade com 6 suites decoradas com luxo e conforto. Tal como o Paraíso Escondido, com mais quartos e os seus originais bungalows e o Craveiral Farmhouse, que aceita crianças e animais de estimação. São as três ótimas opções, e encontra todos os detalhes aqui.

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O Monte do Cardal também fica muito perto de Odeceixe. A cerca de 7 km para sul, antes de chegar a Maria Vinagre (adoro o nome desta localidade), este turismo rural tem quartos duplos e um apartamento T1 com mezzanine. Aqui respira-se o campo ao lado da praia.

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Além de uma piscina deliciosa, pode fazer passeios de bicicleta, piqueniques em família ou a dois, e assistir ao pôr do sol na praia ou na falésia com uma garrafa de vinho ou de champanhe acompanhada de uma tentadora tábua de queijos e fruta.

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Se preferir arrendar uma casa, tem uma opção diferente em cima da praia da Arrifana: o Beco da Liberdade. Eu sei que tem nome de panfleto assinado por Otelo Saraiva de Carvalho para comemorar os 45 anos do 25 de Abril. Mas não. São três casas com mais de 60 anos, totalmente remodeladas e que estão disponíveis para alugar junto à lindíssima praia da Arrifana, no Algarve.

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As casas são pequenas e simples, por isso, se gosta de luxos, não são para si, mas se adora acordar com esta vista de mar, vale a pena espreitar o site do Beco da Liberdade. Até porque nem todas as casas têm a mesma decoração e há umas mais bem arranjadas do que outras. Mas é uma excelente opção low cost. O máximo que paga por noite na época alta são €150.

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Mais a sul, entre a Bordeira e a Carrapateira, o Monte da Vilarinha também tem casas: mais bem decoradas do que o Beco, com um estilo moderno, arejado e minimalista. Ideais para férias em família ou a dois, há várias opções com 1 até 3 quartos.

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Construídas com os materiais típicos da região, a arquitetura da casas é uma homenagem ao Algarve tradicional: desde o branco da cal, às paredes de taipa, aos tetos de caninha, à típica ardósia, xisto e madeiras, tudo foi pensado ao detalhe e com gosto.

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As atividades são mais do que muitas sendo que as praias da Bordeira e do Amado estão a 10 e a 15 minutos de carro. Se gosta de ioga, vai adorar saber que o Monte da Vilarinha tem uma professora residente, que dá aulas privadas ou em grupo no hotel e na praia.

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Finalmente, não muito longe dali o Monte Velho, provavelmente um dos primeiros turismos rurais a abrir na região, situa-se a 5 minutos de carro da praia do Amado, uma das minhas preferidas da região.

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Hoje completamente dedicado ao bem-estar, o Monte Velho é um refúgio de paz e de tranquilidade.

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Cresceu e tem 3 casas independentes com um estilo contemporâneo e minimalista construídas só com materiais ecológicos: a Tree Suite, a Forest House e a Ocean House que alberga 6 a 8 pessoas.

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A decoração rústica com cores vivas mantém-se o cartão de visita deste monte onde os quartos simples, coloridos e confortáveis são um convite ao descanso.

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Palco de retiros de ioga, meditação, artes marciais, nutrição, música, entre outros, pode também passar aqui uns belíssimos dias só a descansar, ir à praia, fazer surf ou praticar outros desportos náuticos. As praias estão mesmo ali ao lado.

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Antes de continuarmos a descer para sul, não posso deixar de falar na Praia de Vale Figueira, a seguir à Praia da Arrifana. É enorme, e em pleno agosto, tinha muito pouca gente. Se tiver sorte (como nós tivemos) pode estacionar no parque pequeno mesmo junto à praia que tem espaço para 10 a 15 carros no máximo. Se não conseguir lugar aí, há outro parque de estacionamento lá em cima mas tem de andar uns 10 minutos a pé a descer e a subida deve ser o dobro do tempo porque ainda é bastante íngreme.

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Mas garanto-lhe que vale a pena o esforço porque a praia é ótima. Infelizmente, só tivemos tempo para dar um mergulho e seguir viagem. O nosso GPS tinha marcado o próximo destino:

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A incrível Praia da Bordeira, também conhecida como Praia da Carrapateira. Não há que enganar: chega à Carrapateira e segue as indicações até à praia. Mas atenção, não se precipite! Não avance pelas dunas adentro, que se encontram à direita do parque de estacionamento a seguir ao restaurante Sítio do Rio. Apesar de ter aí um passadiço de madeira, vai percorrer uma enorme extensão de areia e dunas. Estive prestes a matar o meu querido Marido Mistério que adora explorar terrenos desconhecidos com 30º à sombra.

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A melhor forma para chegar a esta praia é ir até ao pontal da Carrapateira, estaciona aí o carro e procure um passadiço longo mas muito mais acessível para chegar à praia. A vista do passadiço é absolutamente deslumbrante. A praia é linda, enorme, mas tem bastante gente em agosto. Se tiver energia ande pela beira-mar para norte e vai encontrar um pedaço de praia só para si.

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E antes de ir para a praia passe pelo Cato para almoçar.

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O antigo L-Colesterol tem uma decoração diferente e uma ementa com novidades: além do peixe e do marisco, tem pães e pizzas feitas no forno a lenha e a esplanada é um convite para beber um cocktail ao fim da tarde.

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Depois de se deliciar no Cato, não deixe de percorrer o Pontal da Carrapateira onde as vistas são de sonho, cada uma mais bonita do que outra. Não vai conseguir parar de fotografar, garanto-lhe. Vai arrasar no Instagram!

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No fim do pontal, encontrámos uma deliciosa surpresa: o Sítio do Forno. Um restaurante com uma vista deslumbrante e com um serviço super simpático. Além de servir o dia todo (a cozinha não fecha), tem uma esplanada de onde não apetece sair. Claro que não resistimos e decidimos lanchar uns ótimos percebes e umas belíssimas amêijoas, antes de seguir viagem.

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Logo a seguir, a cerca de um quilómetro para sul, tem a maravilhosa Praia do Amado. Adoro esta praia. Mesmo cheia de gente, como estava em pleno verão, é linda, e é um autêntico paraíso para praticantes de surf e de bodyboard.

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Aqui tem aulas de surf e pode assistir a variadíssimas competições nacionais e internacionais destes desportos. Tem bons apoios de praia e restaurantes.

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Seguimos viagem rumo à praia seguinte: a espetacular Praia da Murração. Bendita a hora em que optámos por fazer a Costa Vicentina no SEAT Tarraco. Para aqui chegar, tivemos de percorrer uns dolorosos 5 km de um estradão de pedra e terra batida e se não tiver um carro confortável, a viagem pode ser um pesadelo.

Tem de ir com atenção, porque esta praia não tem uma placa a indicar o caminho. Quando sair da N268, percorre um caminho até que tem de virar à direita para uma estrada de terra batida sem indicações (se vier de Norte, é a seguir à estrada para a Pedralva) mas o mais seguro é seguir o Google Maps.

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Mas já se sabe, não é? O mau caminho leva-nos sempre ao paraíso (eu quero acreditar que sim!). A Praia da Murração é linda e tem poucas pessoas na praia. É frequentada por gente nova, bonita e por bastantes hippies. Quando lá chegámos a praia tinha sido invadida por uma banda sonora bastante questionável vinda de uma roulotte ali estacionada. Ainda tentei perceber quem era o DJ de serviço, mas infelizmente o estendal de roupa interior e de lençóis coçados impediram-me avançar. Só tivemos tempo para um mergulho rápido porque o sol já ameaçava pôr-se e nós ainda queríamos chegar a Sagres de dia.

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Enquanto o meu querido Marido Mistério se divertia a provocar o nosso SEAT Tarraco, tirando as mãos do volante, para ele controlar a direção sozinho e usar o stop automático (é verdade, o carro ajusta sozinho a posição dentro da sua faixa para o caso de adormecer e trava antes de bater no muro quando está a arrumar, o que para mim é uma benção), eu decidi ir para os bancos de trás. Não era para fazer do meu querido Marido Mistério o meu motorista (até porque ele não tinha nem as luvas nem o devido chapéu) mas porque os bancos de trás, além de serem espaçosos, têm uns ótimos tabuleiros com várias posições para comer ou, no meu caso, para colocar o iPad e trabalhar. 

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E foi assim, Ele a fazer de meu motorista enquanto eu tirava notas, que chegámos à Praia da Cordoama e à Praia do Castelejo, já com o sol a cair sobre o mar. Mais uma paragem para apreciar o pôr do sol enquanto bebíamos uma imperial.

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Ambas as praias têm restaurantes e boas estradas de acesso, talvez por isso tenham bastante mais gente do que as outras. Mas mesmo assim, vale a pena a visita, porque são ambas bonitas. Tal como a Praia da Ponta Ruiva e a Praia do Beliche, ambas lindas e selvagens.

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E assim chegámos à hora do jantar a Vila do Bispo, cheios de fome, para variar. Estávamos os dois a sonhar com as lapas grelhadas em molho de manteiga do restaurante Ribeira do Poço, mas infelizmente a fila atravessava a estrada. Nós adoramos este restaurante: tem ótimos petiscos, excelente peixe e marisco. Não deixe de pedir os percebes, enormes e fresquíssimos, e as divinais lapas na chapa. Mas no verão, é melhor ir cedo se quiser arranjar mesa.

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Acabámos a jantar no ótimo Pizza Pazza, na Aldeia da Pedralva. A pizzaria Pizza Pazza é mais famosa do que a própria aldeia. É simplesmente maravilhosa. Para além de ser um restaurante alegre e colorido que nasceu muito antes da reconstrução da Pedralva, as pizzas são deliciosas, de massa fina e estaladiça, oferecendo grande variedade na combinação dos mais exóticos ingredientes.

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O ambiente é multicultural já que quem aqui vem são na sua maioria estrangeiros que descobriram este segredo tão bem guardado muito antes dos portugueses. É uma ótima opção se estiver de férias com crianças, bem como a própria Aldeia da Pedralva.

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Esta deliciosa aldeia totalmente recuperada é o sítio ideal para passar férias em família ou com um grupo de amigos. Então se organizar um grupo suficientemente grande para ocuparem as casas todas, fica com a aldeia por sua conta. Com uma enorme vantagem: se lhe apetecer estar sozinho, refugia-se na sua casinha.

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O ambiente é um misto de rural com hippie chic. E o espírito é mesmo o de uma aldeia: com ruas empedradas, casinhas caiadas de branco, dois restaurantes, uma receção, um bar, uma piscina e até comércio local. Há dias de feira e tudo, com bancas que vendem artesanato e produtos locais. Mais pitoresco é difícil!

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Se preferir um hotel nesta zona mais a sul da costa vicentina tem o ótimo Memmo Baleeira, em Sagres, onde estivemos há uns anos e contámos toda a nossa experiência aqui. Descontraído, com uma decoração clean e minimalista, é uma excelente opção para casais novos com crianças pequenas. Os tons claros imperam, com destaque para o branco, a minha cor preferida no que toca a decoração, alguns apontamentos azuis e castanhos. 

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Os quartos são modernos, espaçosos e confortáveis, talvez minimalistas demais, mas prefiro sempre tralha a menos do que a mais. E têm tudo o que precisa, além de uma vista fantástica para o mar. As suites têm uma kitchenette bem equipada, o que é um descanso se precisar de cozinhar qualquer coisa rápida para os miúdos.

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Não muito longe dali, tem o Martinhal Sagres, um resort de luxo ideal para famílias, em cima da praia com o mesmo nome. É claro que é muito mais caro do que as restantes opções, mas a oferta é imensa: tem casas, villas, apartamentos, suites e quartos, todos caros. Com 4 restaurantes e vários bares, 5 piscinas e 5 kids clubs, tem uma infinidade de atividades para crianças, sempre a pensar nos pais.

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E assim chegámos a Sagres mais mortos do que vivos, mas verdadeiramente encantados. A natureza selvagem da Costa Vicentina é absolutamente arrebatadora. A cada enseada, a cada penhasco, consegue surpreender. É caso para dizer: o nosso país é lindo e tenho muito orgulho em ser portuguesa!

 

Leia ainda:

 

Onde dormir:

Monte do Cardal

Beco da Liberdade

Monte da Vilarinha

Monte Velho

Aldeia da Pedralva

Memmo Baleeira

Martinhal Sagres

 

Onde comer:

Altinho – Odeceixe

O Sargo – Praia Monte Clérigo

A Rede – Praia Monte Clérigo

O Paulo – Arrifana

Gulli – Aljezur

Várzea – Aljezur

Cato – Carrapateira

Sítio do Forno – Carrapateira/Amado

Pizza Pazza – Pedralva

Ribeira do Poço – Vila do Bispo

 

Onde mergulhar:

Praia de Odeceixe

Praia Vale dos Homens

Praia da Amoreira

Praia de Monte Clérigo

Praia da Arrifana

Praia da Bordeira ou Carrapateira

Praia do Amado

Praia da Cordoama

Praia do Castelejo

Praia da Ponta Ruiva

Praia do Beliche

 

Um ótimo fim de semana,

Ela

 

fotos: casal mistério e d.r.

 

Este roteiro foi feito com o apoio da SEAT

 

Da Cozinha, com Amor de Susana Teixeira	- www.wook.pt

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